As Fases da Lua
Ela diz que dança
Dança nua na floresta
Fala sobre músicas ancestrais
Dança ao som de tambores
Em volto a fogueiras
Dança em noite de lua cheia
Fala sobre mitos e encantos
Não teme a floresta
Ela dança a luz de velas
Canta em línguas estranhas
Caldeirão, faca, cajado e medalhão
Ela diz que é uma bruxa
E é tão encantadora
Beleza sem igual
Um encanto, quase magia
Então, não minto, acredito
Ela diz que é bruxa
Eu acredito!
Por que um pouco de romance sempre cai bem nos momentos de solidão... toda poesia é inacabada por si só e, a cada dia, ela precisa ser reescrita nas vivências diarias!!!
sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Após uma Semana de Amor
Após uma Semana de Amor
Minha cama está vazia
Como desacostumar do amor?
Os lençóis emoldurados
Ao modo que você deixou
Tudo parece tão vago
Este pequeno espaço
Uma estranha imensidão
E agora, o que eu faço?
Talhado em caricias
Cada detalhe gravado
Memória em minha pele
Encarnar o ser amado
Um mistério preso no ar
Teu perfume em mim
O lençol que não me abraça
Abrasa a saudade no fim
Quando voltarás?
Quando terei teu querer?
Voltará inteira pra mim?
Quanto tempo irei perecer?
Minha cama está vazia
Como desacostumar do amor?
Os lençóis emoldurados
Ao modo que você deixou
domingo, 6 de novembro de 2011
Um Noite de Amor
Um Noite de Amor
Gemidos abafados
Sufocado em teu corpo
Envolto em teus desejos
Deliciando-me em teus beijos
A cada momento, a cada instante
Mordidas, caricias, enlouquecer
Teu corpo se entorpece em amor
A pele, os lábios, os cabelos, o calor
A ternura mais tentadora
O pecado mais angelical
A textura das mãos que apertam o lençol
Mistura de sussurros em poucos raios de sol
Provar em ímpeto teu fruto
Proibido é cessar este ardor
Delírio de corpos cansados no ar
Um último grito, um gozo, olhares, deitar
Amanhecer o dia mais feliz
Sonhando calmos, quase acordados
Abraçados, alguns suspiros
Dormir...
Gemidos abafados
Sufocado em teu corpo
Envolto em teus desejos
Deliciando-me em teus beijos
A cada momento, a cada instante
Mordidas, caricias, enlouquecer
Teu corpo se entorpece em amor
A pele, os lábios, os cabelos, o calor
A ternura mais tentadora
O pecado mais angelical
A textura das mãos que apertam o lençol
Mistura de sussurros em poucos raios de sol
Provar em ímpeto teu fruto
Proibido é cessar este ardor
Delírio de corpos cansados no ar
Um último grito, um gozo, olhares, deitar
Amanhecer o dia mais feliz
Sonhando calmos, quase acordados
Abraçados, alguns suspiros
Dormir...
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