Seria a Sereia Meu Amor?
Quantas conchas na areia
Tuas cochas no mar
Pés molhados de sereia
Fruto proibido a se provar
Frutos do mar e da terra
De se colher e cultivar
Nem imagina a guerra
Que é fugir do teu olhar
Seria então amor?
Sereia me encantou!
Seria então amor?
Sereia me encantou!
Corpo molhado de sal
Corpo de tom sedutor
Férias e carnaval
De sábio escultor
Moça dos cabelos de vela
Deixa eu neles navegar
Queres ser a minha bela?
Vem comigo ficar!
Por que um pouco de romance sempre cai bem nos momentos de solidão... toda poesia é inacabada por si só e, a cada dia, ela precisa ser reescrita nas vivências diarias!!!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
A Ultima Poesia Antes de Dormir
A Ultima Poesia Antes de Dormir
A ultima poesia antes de dormir
É como fazer a cama
Preparar os travesseiros
Apagar a luz, a chama
É dormir o fogo do amor
É soltar o mais silencioso som
É deixar o sentimento correr
É sonhar antes de adormecer
É o cansaço que cria
A criação nada divina
A divindade poesia
Que se faz verso em rima fina
É descansar a pena no cansaço
É conhecer o mais louco desejo
É desejar o ser amado
É desejar ser amado
A ultima poesia antes de dormir
É como libertar a quem se ama
Desfazer a gaiola em escritos
Desfazer em amor a cama
A ultima poesia antes de dormir
É como fazer a cama
Preparar os travesseiros
Apagar a luz, a chama
É dormir o fogo do amor
É soltar o mais silencioso som
É deixar o sentimento correr
É sonhar antes de adormecer
É o cansaço que cria
A criação nada divina
A divindade poesia
Que se faz verso em rima fina
É descansar a pena no cansaço
É conhecer o mais louco desejo
É desejar o ser amado
É desejar ser amado
A ultima poesia antes de dormir
É como libertar a quem se ama
Desfazer a gaiola em escritos
Desfazer em amor a cama
Surto Poético
Surto Poético
Afinal de contas o que é um surto poético?
É uma pequena aventura
É um desejo secreto
É uma invenção de ternura?
Me nego a responder
Ás vezes é falta de amor
Excesso de amar
Falta do que fazer
Dependendo do que for
Pode ser o não ter
Ou ter e não saber
O mais puro e belo amor
Agora se desfaz em pétala a poesia
Se desfaz em pranto minha alegria
Se mantém em falso minha fantasia
Dorme calma em mim tua elegia
Afinal de contas de que vale versar
Se o poético verso não vai te encantar
Se minha rima escolhida não vai te inspirar
Se minha pouca ternura não vai te encharcar
Afinal de contas o que é um surto poético?
É uma pequena aventura
É um desejo secreto
É uma invenção de ternura?
Me nego a responder
Ás vezes é falta de amor
Excesso de amar
Falta do que fazer
Dependendo do que for
Pode ser o não ter
Ou ter e não saber
O mais puro e belo amor
Agora se desfaz em pétala a poesia
Se desfaz em pranto minha alegria
Se mantém em falso minha fantasia
Dorme calma em mim tua elegia
Afinal de contas de que vale versar
Se o poético verso não vai te encantar
Se minha rima escolhida não vai te inspirar
Se minha pouca ternura não vai te encharcar
É Rica
É Rica
Avisa a ela que eu vou voltar
Mesmo que não me espere
Que não me queira chegar
Avise a ela que eu não vou esquecer
O verso que foi pra nós dois
Que foi pra nos conhecer
Deixo aqui a palavra
O texto, o papel e a caneta
Deixo tudo o que há de mim
Guardo em tua gaveta
Dentro dele, coração
Lembranças que se espalham
Perversos sentimentos teus
Que não compartilha não
Afinal a poesia é tua
De mais ninguém
Afinal é um presente
Devaneios sólidos, poemas alem
Avisa a ela que eu vou voltar
Mesmo que não me espere
Que não me queira chegar
Avise a ela que eu não vou esquecer
O verso que foi pra nós dois
Que foi pra nos conhecer
Deixo aqui a palavra
O texto, o papel e a caneta
Deixo tudo o que há de mim
Guardo em tua gaveta
Dentro dele, coração
Lembranças que se espalham
Perversos sentimentos teus
Que não compartilha não
Afinal a poesia é tua
De mais ninguém
Afinal é um presente
Devaneios sólidos, poemas alem
Suspiros da Poesia
Suspiros da Poesia
Não deixa a tua poesia morrer em mim
Não deixe a minha poesia morrer em ti
Não deixemos tudo se perder
Ainda a tempo de reescrever
Me desfaço de velhas cantigas
Esqueço outras canções
Busco novos versos e gírias
Pra inventar novos bordões
Pode parecer que não há nada de novo
Que não existe mais por que
Mas por que eu escreveria
Se não fosse por você
A rima parece pouca, muito boba
Mas quem precisa ser serio
É preciso ter sabores, odores, amores
Sentimentos em oficio
Não deixe a tua poesia morrer em mim
Não deixe a minha poesia morrer em ti
Não percamos o beijo ao anoitecer
Ainda a tempo de reviver
Não deixa a tua poesia morrer em mim
Não deixe a minha poesia morrer em ti
Não deixemos tudo se perder
Ainda a tempo de reescrever
Me desfaço de velhas cantigas
Esqueço outras canções
Busco novos versos e gírias
Pra inventar novos bordões
Pode parecer que não há nada de novo
Que não existe mais por que
Mas por que eu escreveria
Se não fosse por você
A rima parece pouca, muito boba
Mas quem precisa ser serio
É preciso ter sabores, odores, amores
Sentimentos em oficio
Não deixe a tua poesia morrer em mim
Não deixe a minha poesia morrer em ti
Não percamos o beijo ao anoitecer
Ainda a tempo de reviver
A Menina, o Poeta, a Poesia
A Menina, o Poeta, a Poesia
Me ensina poesia, menina
Me ensina a te encantar
Me ensina a palavra amiga
Me ensina a palavra amar
Deixa eu te contar historias
Uma musica te cantar
Deixa o som harmonioso do silencio
Ser quebrado pelo encontro de um beijar
Menina, tu que me ensinou a amar
Não me ensine a sofrer
Ainda preciso de ti
Ainda há muito o que escrever
Defendo minha postura de poeta
E você defende o de estar poesia
Me encanta as palavras que empresta
Para as coisas que minha escrita cria
Somos de todo um casal
Eu não sei existir sem ti
Não me seria tão normal
Um poeta sem poesia seria mentir
Me ensina poesia, menina
Me ensina a te encantar
Me ensina a palavra amiga
Me ensina a palavra amar
Deixa eu te contar historias
Uma musica te cantar
Deixa o som harmonioso do silencio
Ser quebrado pelo encontro de um beijar
Menina, tu que me ensinou a amar
Não me ensine a sofrer
Ainda preciso de ti
Ainda há muito o que escrever
Defendo minha postura de poeta
E você defende o de estar poesia
Me encanta as palavras que empresta
Para as coisas que minha escrita cria
Somos de todo um casal
Eu não sei existir sem ti
Não me seria tão normal
Um poeta sem poesia seria mentir
Falta
Falta
O que me falta pra escrever?
Falta um gesto, um sorriso, um verso?
Falta tanto sentimento pra acabar
Falta tanta falta de esperar
Esperança que não chega
Choro silencioso de criança
Momento pobre do poeta
Silencio na caneta aberta
Papel seco sem tinta
Olhos perdidos na janela
O som frouxo do vento
O bater do prato na panela
Tudo aqui em casa sem sentido
Sentindo tudo em seu momento
Mas nada de uma poesia bela
Apenas pequenos lamentos
O que me falta pra escrever?
Falta uma bela tarde em companhia
Falta todo detalhe que me foge
Falta o que tive ao meu lado um dia
O que me falta pra escrever?
Falta um gesto, um sorriso, um verso?
Falta tanto sentimento pra acabar
Falta tanta falta de esperar
Esperança que não chega
Choro silencioso de criança
Momento pobre do poeta
Silencio na caneta aberta
Papel seco sem tinta
Olhos perdidos na janela
O som frouxo do vento
O bater do prato na panela
Tudo aqui em casa sem sentido
Sentindo tudo em seu momento
Mas nada de uma poesia bela
Apenas pequenos lamentos
O que me falta pra escrever?
Falta uma bela tarde em companhia
Falta todo detalhe que me foge
Falta o que tive ao meu lado um dia
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