DR’s
Você tão cheia das certezas
Nunca parou pra me escutar
Só ouve o que te convêm
Parece não querer me amar
Este teu papo de tristeza
Parece um filme de terror
Meias verdades à mesa
Razão, um espelho que quebrou
Não adianta tentar me culpar
Rasguei a bíblia, envenenei meu amor
Não há vergonha de nada
Não sou o Judas que você beijou
Agora chega toda incriminada
Querendo me dar sermão
Baby, não me explore os ouvidos
Me escute, não sigo sim ou não... (talvez)
Você tão cheia das certezas
Nunca parou pra me escutar
Só ouve o que te convêm
Parece não querer me amar
Por que um pouco de romance sempre cai bem nos momentos de solidão... toda poesia é inacabada por si só e, a cada dia, ela precisa ser reescrita nas vivências diarias!!!
sexta-feira, 16 de março de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
De Boca em Boca
De Boca em Boca
De boca em boca
Passando a cereja
O tempo não passa
Vem mais cerveja
Num banco da praça
Músicas loucas e cores
Filtramos o álcool
Esquecemos as dores
Sorriso e meias verdades
A noite tão boa
Vamos numa boca-livre
Vivendo à toa
Não me telefona
Não enche meu saco
Encha meu copo
Me sinto um caco
Meia luz de motel
Baby, relaxe, acorde
Baby, não me ame
Apenas, me morde!
De boca a boca
Passando a cereja
O tempo não passa
Vem mais cerveja
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Blues da Aspirina
Blues da Aspirina
Sou um pequeno livro aberto
E tantas páginas arrancadas
De uma vida cheia
De mentiras escancaradas
A verdade é uma sopa
De muitas letrinhas
Se diluindo aos poucos
Sobrando só as entrelinhas
Neste festival incerto
Que o profeta não rogou
O bar é a parada certa
Que a esquina consagrou
E vejo anúncios na TV
Já não ando tão down
O vazio, em mim, tão vago
Já não causa tanto mal
Compradores, piscinas
Fazenda, cinema, jornal
Toda minha tristeza, angústia
Se dilui (se dilui) em crédito especial
sábado, 21 de janeiro de 2012
E, Hoje em Dia, Como é que se Diz “Eu te Amo”?
E, Hoje em Dia, Como é que se Diz “Eu te Amo”?
Compreendo o toque em tua pele
Quando o teu sorriso se esconde
O vento sopra teus cabelos longe
E tua timidez me morde
Eu nem sei por onde começar
“Vamos dançar, meu bem?”
Um sorvete, um papo em particular
“Eu também não tenho ninguém”
Não há mal nenhum em amar
Desde que se faça por inteiro
Cada gesto, uma nova estação
Novas primaveras em teu beijo
O vento sopra longe, muito longe
Todas as preocupações
Deixando nossos corpos firmes
A pernas bambas a tremer
Diga se quer... Se quer querer
Se te cabe um pouco de paixão
Tenho braços largos, bons
Que te cabe meio sem por que
Compreendo a tua indecisão
Os dias parecem tão calmos a sós
Mas as tardes parecem tão vazias
Queria, contigo, preenchê-las de nós
Antes que se perca
Tudo aquilo que decorrei
Que me sinta um bobo
Nunca esqueça que eu te amei
Flashes de um Orgasmos
Flashes de um Orgasmos
Cair na tua cama
Mergulha no teu mundo
Ah, respirar o teu perfume
Ondular nos teus cabelos
O tempo para aos nossos olhos
O espaço é infinito
Não tenho hora pra chegar
Ou mesmo partir
Tudo mais fica tão lento
Teu corpo voando sobre o meu
Teus braços me agarram sutilmente
Sobre mim, o universo para
Prendo a respiração
Tua mão me afaga
O mundo se abre em sonhos
A pulsação não para
Luzes e cores se desmancham no ar
Se lançam ao léu, ao infinito
Tudo é tão claro e o batom
Mancha minha pele
Explodem constelações
Nascem estrelas d’alva
Super-nova, estrela da manhã
E teu abajur se apaga...
Cair na tua cama
Mergulha no teu mundo
Ah, respirar o teu perfume
Ondular nos teus cabelos
O tempo para aos nossos olhos
O espaço é infinito
Não tenho hora pra chegar
Ou mesmo partir
Tudo mais fica tão lento
Teu corpo voando sobre o meu
Teus braços me agarram sutilmente
Sobre mim, o universo para
Prendo a respiração
Tua mão me afaga
O mundo se abre em sonhos
A pulsação não para
Luzes e cores se desmancham no ar
Se lançam ao léu, ao infinito
Tudo é tão claro e o batom
Mancha minha pele
Explodem constelações
Nascem estrelas d’alva
Super-nova, estrela da manhã
E teu abajur se apaga...
Chuva de Estrelas Cadentes (ou Brincadeiras de Amor)
Chuva de Estrelas Cadentes (ou Brincadeiras de Amor)
Vem meu amor
Vem procurar
A mais bela estrela
No céu a piscar
Estrelas cadentes
Cadetes contentes
Moinho de cor
Meu amor, minha flor
Vamos nos molhar no sereno
Grilos, serenatas, frescor
A chuva é tão delicada
Como um breve beija-flor
Caminhar nas nuvens
Quase de algodão
Empinar pipas
Dentro de um nobre coração
Tudo aqui é tão claro
Doce carinho molhado
Beijo, desejo, afago
É tão bom estar apaixonado
Vem meu amor
Vem procurar
A mais bela estrela
No céu a piscar
Estrelas cadentes
Cadetes contentes
Moinho de cor
Meu amor, minha flor
Vem meu amor
Vem procurar
A mais bela estrela
No céu a piscar
Estrelas cadentes
Cadetes contentes
Moinho de cor
Meu amor, minha flor
Vamos nos molhar no sereno
Grilos, serenatas, frescor
A chuva é tão delicada
Como um breve beija-flor
Caminhar nas nuvens
Quase de algodão
Empinar pipas
Dentro de um nobre coração
Tudo aqui é tão claro
Doce carinho molhado
Beijo, desejo, afago
É tão bom estar apaixonado
Vem meu amor
Vem procurar
A mais bela estrela
No céu a piscar
Estrelas cadentes
Cadetes contentes
Moinho de cor
Meu amor, minha flor
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Duas Semanas
Duas Semanas
Pode parecer muito pouco
Pode parecer eternidade
Quero você, agora, aqui
Livre de qualquer bobagem
Quero me enrolar nos teus pelos
Quero te dizer bom dia
Mesmo com preguiça
Fingir um pouco de alegria
E o tempo não vai passar
A nostalgia, o tédio, harmonia
O tempo não vai correr
Por nós dois, monotonia
São só duas, duas semanas
Quase inverno glacial
Quase o fim do mundo
Terceira guerra mundial
São só duas, duas da manhã
Eu e meu pesadelo
Meu mundo inquieto
Meu mundo modelo
Pode parecer muito pouco
Pode parecer eternidade
Quero você, agora, aqui
Livre de qualquer bobagem
Pode parecer muito pouco
Pode parecer eternidade
Quero você, agora, aqui
Livre de qualquer bobagem
Quero me enrolar nos teus pelos
Quero te dizer bom dia
Mesmo com preguiça
Fingir um pouco de alegria
E o tempo não vai passar
A nostalgia, o tédio, harmonia
O tempo não vai correr
Por nós dois, monotonia
São só duas, duas semanas
Quase inverno glacial
Quase o fim do mundo
Terceira guerra mundial
São só duas, duas da manhã
Eu e meu pesadelo
Meu mundo inquieto
Meu mundo modelo
Pode parecer muito pouco
Pode parecer eternidade
Quero você, agora, aqui
Livre de qualquer bobagem
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